por falar em anónimo
ontem assisti a uma cena hilariante entre duas pessoas que não conheço. quer dizer... uma delas até sei que é bailarina ali para os lados do campo pequeno, disse-me um primo que veio do norte e foi lá beber um copo antes de ir para casa estudar a hipótese de investir em marte, antecipando-se a que os patos bravos descubram que lá não é preciso licença de construção. voltando ao que interessa, o alecrim aromatiza de uma forma espantosa pratos de carne no forno. o que é interessante, pois a silicone não tem um cheiro nada particular, mas quando rebenta cria um ambiente delirante, como aconteceu quando um pitbull raivoso mordeu o peito à dita senhora que dança perto da praça de toiros. o que se passou a seguir não interessa. pelo menos por agora.
acabei de perceber que confundi o pitbull com uma pessoa. peço desculpa a todos os pitbull em particular e à comunidade canina em geral pela alarvidade. confesso ainda que a palavra hilariante não descreve da melhor forma o acontecimento testemunhado. rocambolesco estaria mais correcto, ainda que não perfeito. um perdão sentido ao senhor ponson du terrail, que não se estende à família rocambole de arraiolos, pois são uma cambada de chulos que só querem dinheiro fácil à custa de trabalho de imitação.

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